sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Olá amigos! O programa EU SOU O SAMBA (TVE ES) dessa semana embarca nas águas do Jazz brasileiro, o nosso chorinho. O grupo convidado é o CARNE DE GATO, que interpréta autores consagrados como Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Abel Ferreira, entre outros nomes de igual importância. O grupo é composto por Alexandre Araujo (bandolim) Nelson 7 Cordas (violão) Edu Rosa (flauta) e Regis chuves (pandeiro). EU SOU O SAMBA canal 2, RCA 5, NET 15. Sábado ás 16h30, domingo ás 13h e terça-feira ás 22h. Um bom final de semana para todos.
Gerusa Conti
Gerusa Conti
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Programa Alma Brasileira - Rádio universitária 104,7 FM Produção Alexandre Araujo
http://www.universitariafm.com.br/
Conheçam nosso programa semanal ,Alma Brasileira .Domingos de 15:00 as 16:00 hs na Rádio Universitária Fm ,104,7 .Ou no endereço https://www.facebook.com/Universitaria104.7.
Tudo sobre o choro ,no Brasil e no exterior.
Segue o link para acessar o programa no soundclouds,
http://soundcloud.com/alexandre-araujo-2/01-alma-brasileira-13-05-12
Conheçam nosso programa semanal ,Alma Brasileira .Domingos de 15:00 as 16:00 hs na Rádio Universitária Fm ,104,7 .Ou no endereço https://www.facebook.com/Universitaria104.7.
Tudo sobre o choro ,no Brasil e no exterior.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
O Chorinho se renova
O chorinho se renova O ritmo atinge um novo público e ganha espaço na noite capixaba 21/04/2011 -
A Gazeta Jaider Miranda
Um ritmo genuinamente brasileiro, com mais de um século de história, renova seu público e ganha jovens intérpretes na cidade. O chorinho, imortalizado por nomes como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo, ganhou o gosto das novas gerações, desmitificando a ideia de que apenas os mais experientes apreciam as "Regionais", como são chamadas tradicionalmente as rodas de choro. O público não fica restrito aos músicos em formação. Botequeiros de todas as idades já são fãs de carteirinha das Regionais, como conta a universitária Mariana Gomes, 23 anos. "Comecei frequentando bares com programação de chorinho, meio sem saber do que se tratava. Hoje, não tenho dúvida de que é o melhor tipo de música para se escutar em um barzinho", diz. "Mesmo quem não conhece escuta, porque é leve, gostoso", opina o publicitário Rodrigo Rocha, 26 anos, que sempre acompanha as noites "chorosas" de Vitória e Vila Velha . O músico Alexandre Araújo, do grupo "Carne de Gato", compara o chorinho ao Jazz americano. "É o ritmo raiz da nossa música e influencia todos as demais criações da MPB". Marcos de Assis, produtor cultural da cachaçaria Venda 46, está organizando o Clube do Choro, juntando grupos locais. "O choro é uma tendência nacional. Já existem grupos organizados no Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, e vamos trazer o modelo para cá". foto: Carlos Alberto Silva O grupo Carne de Gato toca em eventos e festivais de música através do Estado e em outras capitais ,além naturalmente de extensa carreira em bares . O chorinho tem mais de 130 anos de existência. Conheça os principais hinos e ícones desse rico gênero musical O HOMENAGEADO No dia 23 de abril, comemora-se o Dia Nacional do Choro. Trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha (1897-1973). Pixinguinha é considerado pelos chorões como o grande nome do ritmo. OS PRINCIPAIS MESTRES Joaquim Calado (professor do Conservatório Imperial, considerado um dos criadores do gênero), Chiquinha Gonzaga (a primeira mulher no choro), Pixinguinha, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e Altamiro Carrilho. OS INSTRUMENTOS Os típicos são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro. Rodas de choro mais numerosas ainda podem ter clarinete e saxofone. O piano e o trombone eventualmente fazem parte das rodas. OS HINOS "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu; "Brasileirinho", de Waldir Azevedo; "Noites Cariocas", de Jacob do Bandolim; "Carinhoso" e "Lamento", de Pixinguinha; e "Odeon", de Ernesto Nazareth.
A Gazeta Jaider Miranda
Um ritmo genuinamente brasileiro, com mais de um século de história, renova seu público e ganha jovens intérpretes na cidade. O chorinho, imortalizado por nomes como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo, ganhou o gosto das novas gerações, desmitificando a ideia de que apenas os mais experientes apreciam as "Regionais", como são chamadas tradicionalmente as rodas de choro. O público não fica restrito aos músicos em formação. Botequeiros de todas as idades já são fãs de carteirinha das Regionais, como conta a universitária Mariana Gomes, 23 anos. "Comecei frequentando bares com programação de chorinho, meio sem saber do que se tratava. Hoje, não tenho dúvida de que é o melhor tipo de música para se escutar em um barzinho", diz. "Mesmo quem não conhece escuta, porque é leve, gostoso", opina o publicitário Rodrigo Rocha, 26 anos, que sempre acompanha as noites "chorosas" de Vitória e Vila Velha . O músico Alexandre Araújo, do grupo "Carne de Gato", compara o chorinho ao Jazz americano. "É o ritmo raiz da nossa música e influencia todos as demais criações da MPB". Marcos de Assis, produtor cultural da cachaçaria Venda 46, está organizando o Clube do Choro, juntando grupos locais. "O choro é uma tendência nacional. Já existem grupos organizados no Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, e vamos trazer o modelo para cá". foto: Carlos Alberto Silva O grupo Carne de Gato toca em eventos e festivais de música através do Estado e em outras capitais ,além naturalmente de extensa carreira em bares . O chorinho tem mais de 130 anos de existência. Conheça os principais hinos e ícones desse rico gênero musical O HOMENAGEADO No dia 23 de abril, comemora-se o Dia Nacional do Choro. Trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha (1897-1973). Pixinguinha é considerado pelos chorões como o grande nome do ritmo. OS PRINCIPAIS MESTRES Joaquim Calado (professor do Conservatório Imperial, considerado um dos criadores do gênero), Chiquinha Gonzaga (a primeira mulher no choro), Pixinguinha, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e Altamiro Carrilho. OS INSTRUMENTOS Os típicos são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro. Rodas de choro mais numerosas ainda podem ter clarinete e saxofone. O piano e o trombone eventualmente fazem parte das rodas. OS HINOS "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu; "Brasileirinho", de Waldir Azevedo; "Noites Cariocas", de Jacob do Bandolim; "Carinhoso" e "Lamento", de Pixinguinha; e "Odeon", de Ernesto Nazareth.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Estréia do programa Alma Brasileira na Radio universitária 104,7 FM
Graças a Deus ,nosso programa estreou agora no Domingo passado ,com um especial sobre Pixinguinha .Foi uma beleza,com ou sem tropeço a a receptividade ao choro vem crescendo realmente .Rádio universitária FM 104,7.de 15:00 as 16:00 hs .Contamos com a sua participação,dando sugestões ,fazendo solicitações de músicas .Sera um prazer te-los em nossa companhia.
Saiu na Gazeta de 22/05/2012 uma notinha que muito nos honrou:
Victor Hugo Leonel Ximenes
Chorinho no rádio Aos domingos, às 15h, a Faculdade de Música do Estado, em parceria com a Rádio Universitária (104,7 FM), está apresentando o programa “Alma Brasileira”. Com apresentação do professor da Fames Alexandre Araújo, o programa terá sempre como tema o chorinho.
Saiu na Gazeta de 22/05/2012 uma notinha que muito nos honrou:
Victor Hugo Leonel Ximenes
Chorinho no rádio Aos domingos, às 15h, a Faculdade de Música do Estado, em parceria com a Rádio Universitária (104,7 FM), está apresentando o programa “Alma Brasileira”. Com apresentação do professor da Fames Alexandre Araújo, o programa terá sempre como tema o chorinho.
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